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Apesar da seca, racionamento ou apagão estão descartados no Brasil

No Brasil, a possibilidade de impor racionamento para reduzir o consumo de energia ou um apagão foi descartada, apesar da maior crise hídrica dos últimos 91 anos.

Imagem: Envato Elements

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No Brasil, a possibilidade de impor racionamento para reduzir o consumo de energia ou um apagão foi descartada, apesar da maior crise hídrica dos últimos 91 anos. Essa seca deixou as barragens responsáveis ​​pela maior parte da energia gerada no país em seus níveis mais baixos. 

“Não estamos trabalhando com a hipótese de racionamento e menos com a de apagão”, disse o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em entrevista a correspondentes estrangeiros no Brasil. 

Albuquerque disse que apesar das baixas chuvas e da queda dos níveis das barragens para níveis críticos, o Brasil hoje tem um sistema elétrico mais seguro com fontes mais variadas do que em 2001, quando uma crise hídrica semelhante obrigou o governo a impor um racionamento de eletricidade impopular em todo o país.

“A grande diferença em relação a 2001 é que na época a matriz elétrica do país dependia de 86% da energia produzida pelas hidrelétricas e hoje esse percentual é de 65%. Em 2001 praticamente não havia geração eólica, solar, ou energia elétrica. O sistema de geração foi muito diversificado, hoje até a energia nuclear tem um papel importante na matriz energética ”, disse o ministro à mídia.

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