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Amerisolar vai fabricar painéis no Brasil em 2021

A fábrica brasileira da empresa chinesa terá capacidade de produção de 30 mil painéis / mês.

Imagem: Envato Elements

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A fábrica brasileira da empresa chinesa terá capacidade de produção de 30 mil painéis / mês e 50% do total será exportado para países da América Latina, incluindo México, Argentina, Peru, Chile e Colômbia.

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte (Minas Gerais, Brasil) e a Amerisolar Brasil anunciaram que a parceria finalmente foi finalizada, pela qual a multinacional chinesa especializada na produção de equipamentos para energia solar começará a fabricar no terminal de Confins em a partir do primeiro semestre de 2021.

A Amerisolar anunciou planos de inaugurar a nova fábrica de módulos em maio, fruto de uma joint venture entre a Amerisolar e a Nova Renováveis, mas houve atrasos por conta da pandemia. A Amerisolar Brasil é a sexta fábrica da empresa, que em 2019 atingiu a capacidade de produção de 2,20 GW de acordo com seu portal na web. As demais fábricas estão localizadas na Austrália, China, Coreia do Sul, Estados Unidos e Camboja. A unidade Aeroporto Industrial terá capacidade de produção de 30 mil painéis por mês e 50% do total será exportado para países da América Latina, como México, Argentina, Peru, Chile e Colômbia.

O Governo de Minas destacou a chegada da empresa, a segunda a ser instalada no Aeroporto Industrial. O Aeroporto Industrial, executado pela BH Airport – concessionária do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte – é um projeto pioneiro que oferece benefícios fiscais às empresas exportadoras que se instalam no recinto aeroportuário.

Durante a apresentação da aliança, o secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Fernando Passalio, disse que espera que o estado se torne uma referência na geração de energia solar. “Ter uma fábrica de componentes para o setor de energia renovável é um grande orgulho para nós. Além de permitir a redução de custos, a associação tende a tornar o nosso mercado mais atraente”, afirmou.

Para Passalio, a chegada de uma multinacional ao único aeroporto industrial do país é um marco que consolida Minas Gerais, no contexto do processo de diversificação econômica, como centro de distribuição logística no Brasil. “Teremos cada vez mais indústrias atuando na área de comércio exterior e fortaleceremos os mercados nacional e externo”, acrescentou.

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